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quarta-feira, dezembro 21, 2005

D. Quixote


Como gostava de ser como D. Quixote e viver num mundo de fantasia… percorrer o meu mundo com o meu cavalo Rocinante e o meu fiel escudeiro Sancho Pança, como gostava de apenas lutar contra moinhos de vento e exércitos de ovelhas…

Mas até o D. Quixote abandonou a loucura e voltou para a realidade; realidade essa que o envolveu e engoliu, tal como Cronos faz com os seus filhos.

Será melhor ser prisioneiro da realidade ou ser livre na loucura?...

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

A figura enigmática de Cronos representou, na mitologia, um claro exemplo dos conflitos religiosos e culturais surgidos entre os gregos e os povos que habitavam a península helênica antes de sua chegada. Cronos era um deus da mitologia pré-helênica ao qual se atribuíam funções relacionadas com a agricultura. Mais tarde, os gregos o incluíram em sua Cosmogonia, mas lhe conferiram um caráter sinistro e negativo. Na mitologia grega, Cronos era filho de Urano (o céu) e de Gaia ou Gê (a terra). Incitado pela mãe e ajudado pelos irmãos, os Titãs, castrou o pai - o que separou o céu da terra - e tornou-se o primeiro rei dos deuses. Seu reinado, porém, era ameaçado por uma profecia segundo a qual um de seus filhos o destronaria. Para que não se cumprisse esse vaticínio, Cronos devorava todos os filhos que lhe dava sua mulher, Réia, até que esta conseguiu salvar Zeus. Este, quando cresceu, arrebatou o trono do pai, conseguiu que ele vomitasse os outros filhos, ainda vivos, e o expulsou do Olimpo, banindo-o para o Tártaro, lugar de tormento. Segundo a tradição clássica, Cronos simbolizava o tempo e por isso Zeus, ao derrotá-lo, conferira a imortalidade aos deuses. Era representado como um ancião empunhando uma foice e freqüentemente aparecia associado a divindades estrangeiras propensas a sacrifícios humanos. Os romanos assimilaram Cronos a Saturno e dizia-se que, ao fugir do Olimpo, ele levara a agricultura para Roma, com o que recuperava suas primitivas funções agrícolas. Em sua homenagem, celebravam-se as saturnálias, festas rituais relacionadas com a colheita.

11:47 p.m., dezembro 22, 2005  
Blogger socegadita said...

adorei a musica!é linda! kto ao texto é a gd duvida existencial!eu ca axo k devemos andar ali entre os 2 uns dias mais reais outros mais loucos, o k interessa é ir vivendo :D

5:48 p.m., janeiro 06, 2006  

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