Amor...

Naquele espaço livre tu entraste, sentaste-te e ficaste ali… inesperadamente. Eu vi-te, apreendi-te e habituei-me a ti… surpreendentemente.
Agora quando não estás tenho frio, tenho sede do teu beijo, tenho fome de ti… quando não estás, fazes-me falta.
Aquele espaço hoje não está mais livre… nem ocupado… é teu! Então eu já não te vejo, admiro-te; já não te apreendo, sinto-te; já não me habituo a ti apenas, quero-te.
Aqui prometi a alguém que nunca mais deixaria de exteriorizar sentimentos quando os estivesse a sentir, e como já te foi dito posso então agora escrever …
Amo-te!
Agora quando não estás tenho frio, tenho sede do teu beijo, tenho fome de ti… quando não estás, fazes-me falta.
Aquele espaço hoje não está mais livre… nem ocupado… é teu! Então eu já não te vejo, admiro-te; já não te apreendo, sinto-te; já não me habituo a ti apenas, quero-te.
Aqui prometi a alguém que nunca mais deixaria de exteriorizar sentimentos quando os estivesse a sentir, e como já te foi dito posso então agora escrever …
Amo-te!
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